A pior derrota é nem sequer chegar a tentar

Atualizado: Jan 14


Mudar nem sempre é fácil. Não mudar também não.


Mudar às vezes é simples. Não mudar também.


Fazer igual custa pouco. Fazer diferente pode custar muito. O contrário também acontece.


Ás vezes é preciso coragem para sair, outras é preciso para ficar.


Fazer da forma que conhecemos é eficiente e custa pouca energia, até ao momento em que fazer mais do mesmo equivale a carregar o mundo às costas.


Fazer diferente é estranho e implica esquemas novos que inicialmente nos fazem sentir um pouco incompetentes nesta nova competência, até ao momento em que a integramos e já não sabemos como era fazer de outra forma.


Já mudei cheia de entusiasmo e esperança, de energia e alegria.

Já mudei empurrada pelo medo, puxada pela frustração e incentivada pela raiva.


Já tentei mudanças que me defraudaram. Já mudei sem dar por isso.

Já quis mudar e não sabia como. Já soube e não o fiz.


Aprendi que não é tanto sobre mudar ou ficar; transformar ou manter; ser fácil ou difícil; económico ou dispendioso.


É mais sobre quem és e quem queres ser, e sobre o quanto isso é importante para ti.

É sobre reconheceres do que és capaz, reconheceres os momentos, reconheceres que há tempo para rasgar, tempo para remendar e tempo para costurar. Há tempo para deixar estar e tempo para deixar ir.

No caminho de ser quem somos, a pior derrota é nem sequer chegar a tentar.

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